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terça-feira, 15 de abril de 2014

Sobre Papel de Analista de Negócios, Analista de Processos e Analista de Sistemas


 
 
 
ANALISTA DE NEGÓCIOS, ANALISTA DE PROCESSOS E ANALISTA DE SISTEMAS
Copyright @ Koiti Egoshi, 15 de Abril de 2014
Todos os Direitos Reservados - Permitida a Cópia desde que citada Esta Fonte
 
 

INTRODUÇÃO
 

Nesta Era Internet destacam-se três tipos de profissionais qualificados de Administração: Analista de Negócios, Analista de Processos e Analista de Sistemas.

Analista de Negócios faz Análise de Negócios. Analista de Processos faz Análise de Processos. Analista de Sistemas faz Análise de Sistemas.

Cada qual tem suas características que lhe são próprias e particulares. Todos eles realizam funções específicas e complementares entre si, nas empresas desta Era Internet.

O Analista de Negócios trata do O QUE FAZER em negócios. O Analista de Processos trata do COMO FAZER Processos de Negócios. E ao Analista de Sistemas cabe TRANSFORMAR Processos de Negócios em Estruturas de Redes de Sistemas de Informação e Bancos de Dados.



O PAPEL DO ANALISTA DE NEGÓCIOS

O Analista de Negócios trata de O QUE FAZER em negócios. Ele vive intimamente relacionado com produtos (bens e / ou serviços) atuais e novos, com os quais uma empresa terá sucesso no mercado e lucratividade para ela. Tem muito a ver com as áreas estratégicas de Finanças, Marketing e Planejamento Estratégico.

O Sucesso do Analista de Negócios está diretamente relacionado com obtenção de Resultados de Negócios com os Produtos. Para tanto, ele tem que ser consiliente (*). Consiliente para a Ciência da Administração significa ser eficaz. Isto é, o Analista de Negócios deve ser eficaz e focado em resultadosde dentro para fora de sua empresa. Seu foco é competitividade da empresa no mercado com produtos e para tanto, cobra o escopo de produtividade e qualidade de produtos de seus colegas profissionais como Analista de Processos e Analista de Sistemas além dos tradicionais Profissionais de Marketing e Produção.



O PAPEL DO ANALISTA DE PROCESSOS
 

O Analista de Processos trata de COMO FAZER Processos de Negócios e Processos de Produtos, em seus mínimos detalhesoperacionais e técnicos. A ele compete criar processos produtivos de produtos novos e aprimorar processos produtivos de produtos atuais – bem como analisar processos de negócios em geral, com o objetivo de estabelecer eficientes estruturas organizacionais e eficientes equipes de trabalho. Seu foco é produtividade e qualidade de produtos (bens e / ou serviços) – de fora para dentro da empresa.

O Analista de Processos da Era Internet praticamente ressuscita o antigo Analista de O & M (Organização & Métodos), de grande sucesso nos Anos 70 e Anos 80. Este foi sobrepujado pelo Analista de Sistemas, de conhecimentos, habilidades e atitudes não só pertinentes à informatização e automatização, como também de organização de processos e estruturas de trabalho. O Analista de Processos de hoje é o Analista de O & M de ontem – que evoluiu de uma visão restrita e estática da estrutura da empresa, para uma visão ampliada e dinâmica de processos organizacionais – que poderá competir hoje, em igualdade de condições com o Analista de Sistemas, desde que domine métodos, técnicas e ferramentas de informatização, automatização e internetização de processos e estruturas de negócios. E um tipo particular de Analista de Processos cada vez mais ganha espaço e evidência no mercado: o Analista de Estruturas e Processos Logísticos que é competente em Logística Integrada de Processos e Estruturas Empresariais Inbound, Mainbound e Outbound – neste caso, tem se que ampliar a visão de fora para dentro da empresa, integrando fornecedores à sua empresa (de um lado) e rede de distribuição (do outro lado).  

Portanto, o Analista de Processos deve ser eficiente. Sua empresa depende não só da Eficiência de Profissionais e Equipes de Trabalho, como também da Eficiência de Processos e Estruturas que ele ajuda a criar e a desenvolver, bem como corrigir e aprimorar produtos conforme Padrão de Excelência em Qualidade.

 

O PAPEL DO ANALISTA DE SISTEMAS
 

Cabe ao já velho Analista de Sistemas TRANSFORMAR Processos e Estruturas de Negócios em Estruturas de Redes de Sistemas de Informação e Bancos de Dados informatizados, automatizados e internetizados que tanto quanto possível, substituem processos manuais e estruturas a estes correspondentes. Para tanto, efetivamente deve ter competência de conhecimentos, habilidades e atitudes em tecnologias da informação e comunicação – inclusive, saber programar computadores e desenvolver aplicativos em rede Internet.

Desenvolver aplicativos (ou sistemas de informação) e bancos de dados em redes, para aumentar a produtividade da empresa, aprimorar a qualidade de produtos e ampliar a competitividade do portfólio de negócios no mercado.

O Analista de Sistemas com competência de CHA deve desenvolver eficientes estruturas (redes de sistemas de informação e bancos de dados) condizentes com processos empresariais de logística integrada pela Internet. Ele, tanto quanto possível, deve conciliar as necessidades do Analista de Negócios (de ser eficaz com produtos competitivos no mercado) com as necessidades do Analista de Processos (de ser eficiente com produtos de qualidade, bem como com processos e estruturas que sejam funcionais, práticas e seguras na fabricação desses produtos).

Saiba mais sobre profissionais em geral da área de TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação) aqui representado pelo Analista de Sistemas, visitando o Portal da Ciência da Administração e Tecnologia da Informação <http://www.cienciadaadministracao.com.br/oFuturodosProfissionaisdeTI.htm>.  
 


O GRANDE DESAFIO DE SER MULTIESPECIALISTA AO LONGO DA JORNADA DA VIDA

Seja você um profissional multiespecialista ao longo de sua jornada profissional: entenda tanto de Análise de Processos e Estruturas quanto de Análise de Negócios e Análise de Sistemas. Você tem um longo e prazeroso caminho a percorrer e curtir. É longo e prazeroso caminho porque é fascinante, fantástico e maravilhoso este nosso mundo de negócios, processos, estruturas e sistemas de informação da Era Internet!

 

 

 

 (*) Consiliente é um termo antigo que vem sendo resgatado por Edward Osborne Wilson (1929) desde a publicação de seu livro “Consilience: the Unit of Knowledge” em 1998 que foi lançado aqui no Brasil,  como “Consiliência: a Unidade do Conhecimento” (Wilson, 1999). Ser consiliente significa se ter uma ideia do todo antes de se aprofundar em alguma coisa. Esta é uma antiga ideia desde os gregos da Antiguidade; e o termo consiliência, segundo Pavania Júnior e Scucuglia (2011), foi pela primeira vez anunciada por “Willian Whewell, em 1840, em seu livro “The Filosophy of the Inductive Sciences”.  

 

 

 

Referências Bibliográficas

PAVANI JÚNIOR, Orlando e SCUCUGLIA, Rafael. Mapeamento e Gestão por Processos – BPM. São Paulo: M.Books, 2011.
 
PORTAL DA CIÊNCIA DA ADMINISTRAÇAO E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. O Futuro dos Profissionais de Tecnologia da Informação e Comunicação.  Disponível em  <http://www.cienciadaadministracao.com.br/oFuturodosProfissionaisdeTI.htm>. Acesso em 15 abr 2014.  

WILSON, Edward Osborne. Consiliência: A Unidade do Conhecimento. Rio de Janeiro: Campus, 1999.

 

 

 

 

 

 

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